A experiência foi feita com a combinação de células
epiteliais de gengivas humanas e células-tronco do embrião de um rato. Como
resultado, cientistas conseguiram criar um tecido capaz de reproduzir novas
células que se misturaram às primitivas e enviaram informação para o
desenvolvimento das novas. As células-tronco em seguida são “orientadas” a se
desenvolver com a informação que possuíam, neste caso, a de um dente.
Após o implante da combinação das células na boca,
novos molares cresceram adequadamente sobre o maxilar desprovido, adotando a
mesma estrutura, forma e capacidade dos dentes anteriores e integrando vasos
sanguíneos e nervos, garantindo assim seu bom funcionamento. Esta descoberta
demonstra ser possível, para uma pessoa adulta, crescer dentes “próprios”
através de um método mais barato, eficiente e menos agressivo que um implante.
FONTE: http://noticias.seuhistory.com/
Cogitare!
Reinaldo Corrêa – Professor do E.M de Filosofia.

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