quinta-feira, 28 de março de 2013

Vídeos do You Tube das aulas de filosofia.

Olá pessoal...
Vocês tem pedido pra postar no blog alguns vídeos que usamos nas nossas aulas, bem como algumas sugestões  aí vai...

Filosofia da Ciência:
Luz, Trevas e o Método Científico;
Matéria de Capa: Avanços da Ciência;
Matéria de Capa: Fronteiras da Ciência;
































Ética:
Filme: O Presente.
Filme: A procura da Felicidade.
Filme: Um sonho de Liberdade.












































Mito e Filosofia:
Confronto dos Deuses: Hades;
Confronto dos Deuses: Medusa;
Confronto dos Deuses: Minotauro;














































Conforme a gente for trabalhando vamos alimentando essa postagem...

Cogitare!

Reinaldo Corrêa - Professor do EM de filosofia.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Guia de carreiras: filosofia


Estava lendo algumas noticias sobre filosofia e encontrei essa noticia, estou compartilhando com todos, é do ano passado, mas da pra ter uma noção sobre a disciplina de filosofia.

07/07/2012 06h00 - Atualizado em 07/07/2012 06h00
Guia de carreiras: filosofia
É nas aulas do ensino médio que atuam a maior parte dos profissionais.Curso ainda é útil como formação complementar e no terceiro setor.

 Ana Carolina MorenoDo G1, em São Paulo




Desde 2008, quando o governo federal voltou a incorporar as disciplinas de filosofia e sociologia no currículo obrigatório do ensino médio, o mercado de trabalho de quem tem diploma de licenciatura em filosofia tem se multiplicado. As duas matérias eram, desde 1971, opcionais e apareciam com pouca expressão nas salas de aula dos adolescentes, principalmente na rede privada. Por causa da mudança, ser professor tem sido o caminho mais comum aos recém-formados no curso. A profissão, porém, vai além da sala de aula: o profissional de filosofia ainda pode atuar no terceiro setor, dar consultoria para empresas e seguir carreira acadêmica como pesquisador.

Muitos, como Fábio Mesquita, de 33 anos, acabam atuando em mais de um campo. Além de dar aulas em dois colégios particulares de São Paulo -- o São Luís e o Sion --, Fábio já concluiu seu mestrado e atualmente estuda para fazer um doutorado na área. Além do bacharelado e da licenciatura em filosofia, concluídos em 2003, pela Universidade de São Paulo (USP), ele também tem diploma de história.

Fábio conta que optou pela filosofia porque, entre as matérias que preferia no colégio, com essa ele teve menos contato. "Conhecia mais história que filosofia, sou da geração que não teve filosofia no ensino médio. Mas eu achava interessante, ouvi falar nos testes vocacionais, prestei as duas e acabei indo para a filosofia. Adorei o curso, achei fabuloso."
Segundo ele, a graduação em filosofia difere das outras ciências humanas: enquanto as carreiras de letras e história, por exemplo, oferecem aos estudantes uma base de cultura e conhecimento, segundo ele, filosofia "é um curso que te ensina a pensar". O filósofo e professor explica que, como as disciplinas, no decorrer do curso, apresentam diversas teorias de filósofos, e umas se contrapõem às outras, o universitário acaba sendo levado a criar seu próprio conhecimento.
"Como cada filósofo te explica a realidade de um ponto de vista e às vezes eles se contradizem, você é impulsionado pelo pensamento, pela oposição de ideias", diz.
Fábio conta que uma parcela dos vestibulandos opta pelo curso como uma complementação de sua formação. Ele afirma ter estudado com colegas que cursavam medicina, engenharia ou direito paralelamente à graduação em filosofia.
Para o professor, que hoje também dá aulas de história, os universitários que optam pela licenciatura acabam encontrando bastante satisfação na sala de aula. Como a disciplina não é exigida nos vestibulares, existe "uma liberdade mais interessante para o professor produzir um trabalho reflexivo, porque os alunos não podem só decorar os conceitos dos filósofos".
O incentivo ao pensamento crítico e ao enfrentamento dos problemas com uma visão mais ampla da realidade, porém, são elementos-chave transmitidos nas aulas de filosofia que, além de servirem para a tomada de decisão na vida dos estudantes, também são úteis para o desenvolvimento dos argumentos usados nas provas de redação dos vestibulares.
Perfil crítico
De acordo com a Associação dos Professores de Filosofia e Filósofos do Estado de São Paulo (Aproffesp), o perfil de um profissional de filosofia inclui o gosto pelos conteúdos de humanidades em geral, além da necessidade de ter senso crítico e a disposição para se voltar às superações das dificuldades das relações sociais e dos novos paradigmas, e aos questionamentos dos valores sociais, econômicos e de classe.
Fábio afirma que a formação crítica não precisa estar formada no momento do vestibular, já que a faculdade aborda as teorias filosóficas e a história da filosofia com maior profundidade e acaba levando os universitários a outros níveis de pensamento. "O curso me ajudou a ver a realidade de outra forma, a ser um ser humano diferente do que eu era."
A inclusão da filosofia no ensino médio, segundo a associação, ajuda a aumentar nos estudantes, o grau de criticidade e de leitura, além de ajudá-los a defenderem suas ideias, o que avança significativamente o desempenho pedagógico e cognitivo dos alunos tanto em filosofia quanto em outras disciplinas.
Para Fábio, a filosofia ainda é uma disciplina com metodologia em desenvolvimento, ao contrário de outras matérias, com as quais tanto professores quanto estudantes já estão acostumados.
"Cada professor tem uma experiência, tenta algo diferente em sala de aula. Com os alunos também. Tem o aluno tradicional, vai bem em todas as matérias, mas tem dificuldade na de filosofia, e o aluno que não é tão bom em outras disciplinas, mas tem espírito crítico e, por isso, se dá melhor na filosofia."
A dinâmica das aulas tem sido inclusive adotada, em algumas escolas particulares, no ensino fundamental. Segundo a diretoria da Aproffeso, existe na Assembleia Legislativa de São Paulo um projeto de lei para introduzir a disciplina também no fundamental dos colégios da rede pública.

Mercado
"O grande bolo de quem se forma em filosofia vai para a docência. Como agora é obrigatória a disciplina no ensino médio, todas as particulares e as públicas exigem professores de filosofia", explica Fábio. Porém, a relação do filósofo com a busca por soluções aos problemas da sociedade pós-moderna faz com que sua capacitação seja requerida além da sala de aula.

Nas organizações não-governamentais, a formação em filosofia é útil na produção e execução de projetos voltados à mudança de realidades sociais. Além disso, as empresas também buscam o olhar do filósofo para suas soluções, e um nicho que tem se aberto para os formados na área é a consultoria e as palestras. De acordo com a Aproffesp, muitos filósofos também atuam na área editorial, como escritores.
"Os filósofos devem mostrar caminhos para as pessoas e mostrar que é possível fazer o que gosta e encontrar um sentido na existência, no trabalho na família. As pessoas ainda buscam esse sentido", diz Fábio.
Segundo ele, a filosofia tenta criar novos caminhos para as pessoas e para a humanidade enxergarem a realidade de outra forma, mas, até pelo conceito da formação, deve haver um limite para a mercantilização das ferramentas adquiridas na graduação. "O que acontece é que o sistema acaba dando à filosofia um valor de mercado, isso não vejo de bom grado. Se a filosofia se tornar um produto a ser vendido, ela nega sua proposta original, que seria de um olhar diferenciado do real, de novas propostas."

Cogitare!

Reinaldo Corrêa - Professor do E M de Filosofia.

Fonte: http://g1.globo.com/educacao/guia-de-carreiras/noticia/2012/07/guia-de-carreiras-filosofia.html


sexta-feira, 22 de março de 2013

CRÂNIO HUMANO É RECONSTRUÍDO COM PRÓTESE FABRICADA EM UMA IMPRESSORA 3D

Interessante...


Setenta e cinco por cento do crânio de um homem foram reconstruídos por uma impressora 3D e posteriormente, implantados com sucesso, nos Estados Unidos. A intervenção representa um verdadeiro feito na história da medicina que, pela primeira vez, utilizou o recurso de criar uma “parte humana” sob medida, com alta precisão, material biologicamente idôneo e em muito pouco tempo. Inicialmente, o crânio do paciente foi escaneado por uma sonda tridimensional. Depois, a leitura foi enviada para uma empresa canadense, com sede em Connecticut, onde a prótese foi desenvolvida com o auxílio de um polímero orgânico chamado PEKK, projetado especialmente para facilitar a regeneração óssea através de crescimento celular. Tudo isto foi feito com uso de uma impressora 3D, que entre outras coisas, permitiu que o processo inteiro fosse realizado em apenas duas semanas. Entre outras vantagens, as próteses fabricadas com o uso dessa tecnologia oferecem um algo índice de adaptação biológica e, consequentemente, de redução de rejeição orgânica, além de não interferir em futuras análises de raios-X.


Cogitare!

Reinaldo Corrêa - Professor de Filosofia do E.M.

quarta-feira, 20 de março de 2013

EDUCAÇÃO INTEGRAL.


Só faz sentido pensar na implantação de escolas de tempo integral, se considerar uma concepção de educação integral com a perspectiva de que o horário expandido represente uma ampliação de oportunidades e situações que promovam aprendizagens significativas e emancipadoras. Porque não dá pra cair no mesmo erro de acabar sendo um abrigo de correção dos problemas sociais.
Como afirma o texto “as premissas de Darcy Ribeiro para a generalização do modelo Ciep de escola em tempo integral e as características de sua implantação falharam, pelo forte apelo de projeto de "escola abrigo" para as camadas populares”. Opinião da autora Zaia.
A autora propõe a escola de tempo integral como melhoria da educação, centrada no respeito à especificidade social da instituição que oferece ao cidadão uma escolaridade de qualidade, acesso aos conhecimentos legitimados pelos currículos dos sistemas escolares.  Com um desejo legítimo da população marginalizada de ter acesso aos instrumentos culturais e sociais que lhes garantam a cidadania escolar. Uma política comprometida com o direito à educação deveria, inclusive, indicar que os efeitos dela na superação das desigualdades sociais dependem de outras políticas sociais no plano da saúde, habitação, trabalho, segurança, etc.
Para que a escola de tempo integral caminhe na direção de um ensino de melhor qualidade, não basta que ela seja um recurso destinado aos estudantes: é preciso que ela incorpore professores em regime de tempo integral, obviamente com salários e condições de trabalho compatíveis com o regime de dedicação exclusiva em uma instituição.
Segundo a autora o tempo integral parece ser uma condição de cidadania escolar para crianças e jovens que são, até hoje, penalizados pela baixa qualidade do ensino que o sistema público lhes oferece, apesar das honrosas exceções. É preciso, no entanto que não se perca o horizonte da especificidade da instituição escolar e que não se descure da qualidade de instalações e equipamentos didático-pedagógicos que tornam o espaço escolar um ambiente rico de possibilidades de aprendizagem, seja para os alunos, seja para os professores e as equipes administrativas.
Por fim, creio que a educação em tempo integral seja um bem para a sociedade, desde que, ofereça condições, tanto para os alunos quanto para os professores. Uma educação de qualidade significa melhorar a vida de cada brasileiro. Não podemos cair no erro de se tornar uma escola assistencialista que acaba deixando de lado a educação para resolver problemas sociais, devemos sim usar a educação para resolver os problemas sociais.          
Devemos, ainda, considerar que as classes média e alta têm meios de proporcionar uma educação ampliada a seus filhos, mediante a matrícula em estabelecimentos de ensino privado. Portanto, cabe a nós enquanto educadores a discussão sobre que escola de tempo integral queremos, e a partir daí fazer a pratica acontecer.

Cogitare!
Reinaldo Corrêa – Professor do E.M de Filosofia.

FILTRO BARATO E REVOLUCIONÁRIO TRANSFORMA ÁGUA DO MAR EM ÁGUA DOCE


Olha os avanços científicos...

Engenheiros da Lockheed Martin desenvolveram um filtro capaz de transformar água do mar em água potável, ideal para consumo humano.
O invento beneficiaria imensamente a população das cidades litorâneas, assim como outros locais aflitos pela escassez de água potável. O dispositivo consta com uma finíssima camada de grafeno, perfurada de maneira a dar passagem a uma molécula de água, porém não de sal.


Cogitare!
Reinaldo Corrêa – Professor do E.M de Filosofia.

SUPER-HERÓIS: OS MITOS MODERNOS por Andreia D'Oliveira


Sempre escutamos que mitos são histórias inventadas para explicar fenômenos que não entendemos. Existem milhares de fatos que foram explicados por essas narrativas, mas peguemos o mais grandioso deles: a criação do mundo.
Muito antes de dizerem que esse pequeno planeta azul teria surgido de uma grande explosão chamada “Big Bang” (e que era pequeno e azul), existiam outras formas de entender o seu surgimento de tudo. Por exemplo, para os judeus (assim como para os cristãos) Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo. No caso dos gregos antigos, a criação do mundo vinha do deus primordial Caos, que deu origem a outros cinco deuses (Gaia, Tártaro, Eros, Érebo e Nix ). Esses cinco deuses se incumbiram da tarefa de criar tudo que existe.
Hoje, independente da religião que professemos, muitos de nós não acreditam nessas histórias. A ciência deu luz a maioria de nossas inquietações. Então por que dizermos que os super-heróis são mitos modernos? O que eles tem a nos explicar?
Abaixo segue duas citações retiradas do livro “O poder do mito” de Joseph Campbell:
“Mitos são histórias de nossa busca da verdade, de sentido, de significação, através dos tempos”.
“Contamos histórias para tentar entrar em acordo com o mundo, para harmonizar nossas vidas com a realidade”.
Diante dessas afirmações, em um primeiro momento podemos realmente dizer que os mitos são apenas uma forma de explicar o mundo que nos rodeia, mas percebemos que o papel deles (como de qualquer história) é muito maior: é tornar esse mundo parte de nós.

Os super-heróis nos tornam parte desse todo. Muito mais do que imaginamos…
Há pouco mais de um ano, os jornais noticiaram que uma mãe entrou numa espécie de lagoa, sem saber nadar, para salvar o filho que estava se afogando. Se esquecermos por um instante do fator biológico de preservação da espécie, essa mulher ultrapassou seus limites para salvar um bem maior que a própria vida dela. Ela foi ovacionada como uma heroína. Muitos foram os casos de pessoas que extrapolaram seus limites objetivando o bem do outro, normalmente aos que fazem isso denominamos heróis.
O que diferenciaria essa mulher do Superman? Claro, os super-poderes! Seria muito mais fácil se ela tivesse a habilidade de voar do homem de aço. Ela apenas voaria por cima do pequeno lago e resgataria a criança num ato quase cinematográfico. Seria dramático, com certeza, mas ela continuaria sendo considerada uma heroína, mesmo não tendo lá muito trabalho no resgate? Não seria mais ou menos como puxar a mão do filho quando, ao atravessar a rua, ele se adianta sem perceber um carro que está se aproximando?
Por conta desses questionamentos alguns consideram a expressão “super-herói” um grande paradoxo. Ser “herói” e “super” ao mesmo tempo não teria nenhum nexo. Uma saída é irmos para o contraponto pensando nos “super-vilões” que, normalmente tem super-poderes e os utiliza para o que conceituamos chamar de Mal. Então tanto os heróis quanto os super-heróis estão ligados pela sua essência, que é fazer o bem.

Superman e o ser herói.
Superman foi o primeiro grande super-herói de outros que tentaram imita-lo, com ou sem sucesso. Foi criado por dois estudantes Jerry Siegel e Joe Shuster e sua primeira aparição foi em Junho de 1938 na revista Action Comics.
A origem clássica do Superman narra que para salvar a vida de seu filho da destruição total do planeta Kripton, o cientista Jor-EL lança-o dentro de uma pequena aeronave que cai na Terra, mais especificamente em uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos chamada Smallville. A criança é adotada por John e Marta Kent e recebe o nome de Clark Kent. Com o passar dos anos, Clark descobre sua origem e percebe que é diferente dos outros habitantes do nosso planeta.
Mais tarde vai trabalhar em Metrópolis, como o jornalista no Planeta Diário. Lá conhece Lois Lane, Jimi Olsem e Perry Whait.
Por que ele faz o que ele faz?
Mark Waid, roterista de Kingdom Come (Reino do Amanhã), é considerado o maior especialista em Superman da atualidade. Em um texto feito para o livro Super-Heróis e a Filosofia conta que quando foi convidado a escrever O Legado das Estrelas (nova história sobre a origem do homem de aço) se deparou com a seguinte pergunta: “Por que ele faz o que ele faz?” Imagine-se o ser mais poderoso de todo mundo sendo, praticamente, invulnerável. Por que não se tornar literalmente o dono dele? A resposta dada por Waid é bem exemplificada na história Para o homem que tem tudo criada por Allan Moore – Kal-El precisa ser aceito, assim como todos nós.
Nessa história Moore mostra o dia do aniversário de Kal. O que dar para um homem que pode ter qualquer coisa? Ao chegarem na Fortaleza da Solidão para dar-lhe os parabéns, Mulher-Maravilha, Batman e Robin descobrem Superman em um transe causado por uma espécie de planta alienígena, presenteada por um de seus inimigos. O que mais nos perturba é a ilusão criada pela planta-parasita: ela reproduz o maior desejo na mente daquele de quem se apodera. Podemos pensar em sonhos de glória para o campeão de Metrópolis, mas esse sonha com uma vida simples, em seu planeta natal, com mulher e filhos.
Como já disse, os super-heróis nos tornam parte do mundo muito mais do que imaginamos. São nossas personificações melhoradas que anseiam pelas mesmas coisas, seja entender que “grandes poderes trazem grandes responsabilidades” como Peter Parker ou ser o homem mais poderoso do mundo e apenas querer ser aceito. Clark Kent, diferente do que muitos pensam, é o disfarce de Kal-El e não seu alterego. Como Superman ele se apresenta como é e fazendo o bem ganha a confiança e credibilidade dos outros, mais ou menos como gostaria.

FONTE: http://refricultural.com/super-herois-os-mitos-modernos/


Cogitare!

Reinaldo Corrêa – Professor do E.M de Filosofia.


A TERRA NÃO É O CENTRO DO UNIVERSO

Uma pessoa que simplesmente olha pra o céu tem a impressão de que a Terra está parada, enquanto estrelas e planetas giram ao redor dela. Talvez por isso, esse tenha sido o modelo de universo usado pelos humanos durante boa parte de nossa história.
Apesar de o heliocentrismo ― modelo que define o Sol como centro do universo ― ter sido proposto pela primeira vez no século IV a.C., por Aristarco de Samos, ele só começou a ser aceito durante o século XVI, quando apresentado pelo matemático renascentista Nicolau Copérnico.
Mais tarde, esse modelo foi aperfeiçoado por Johannes Kepler e, depois, confirmado por Galileu Galilei, graças às melhorias que o “Pai da Ciência Moderna” implementou ao telescópio. Posteriormente, novas descobertas foram feitas e o que se conhecia por “universo” continua sendo expandido até hoje.

IRRITANDO AS AUTORIDADES DA ÉPOCA
O heliocentrismo entrou em choque com autoridades religiosas em diversas etapas de nossa história. Mesmo Aristarco de Samos, que não chegou a atrair muita atenção com sua teoria, acabou sendo citado em um dos diálogos de Plutarco como alguém que deveria ser punido com impiedade. O crime? Perturbar as fundações do universo com as  ideias de que a Terra se move e gira em torno de seu próprio eixo, enquanto o céu permanece parado.
Mas o grande mártir desse avanço científico foi Galileu Galilei, convocado inúmeras vezes pela Igreja Católica para dar explicações sobre seus estudos, que contrariavam as escrituras sagradas. Galilei acabou sendo condenado à prisão domiciliar pelos últimos anos de sua vida, tendo cometido o suposto crime de heresia.
Felizmente, o julgamento de Galilei não conseguiu barrar a ideia heliocentrista, e o modelo continuou ganhando espaço na comunidade científica da época. Mas ainda hoje há quem duvide do fato de que a Terra se move.
De acordo com a Reuters, 32% dos russos acreditam que o Sol gira em torno do nosso planeta. Nos EUA, a proporção é de um defensor do modelo geocentrista para cada cinco americanos, como conta o The New York Times. Infelizmente, não encontramos estatísticas sobre o Brasil.

FONTE: http://megacurioso.com.br/


Cogitare!

Reinaldo Corrêa – Professor do E.M de Filosofia.


CÉLULAS-TRONCO SÃO UTILIZADAS PARA REGENERAR DENTES PERDIDOS.


O último estudo com a tecnologia de implante de células-tronco para regenerar dentes caídos, realizado pelos cientistas do Departamento Dentário do King’s College de Londres teve resultados extraordinários.
A experiência foi feita com a combinação de células epiteliais de gengivas humanas e células-tronco do embrião de um rato. Como resultado, cientistas conseguiram criar um tecido capaz de reproduzir novas células que se misturaram às primitivas e enviaram informação para o desenvolvimento das novas. As células-tronco em seguida são “orientadas” a se desenvolver com a informação que possuíam, neste caso, a de um dente.
Após o implante da combinação das células na boca, novos molares cresceram adequadamente sobre o maxilar desprovido, adotando a mesma estrutura, forma e capacidade dos dentes anteriores e integrando vasos sanguíneos e nervos, garantindo assim seu bom funcionamento. Esta descoberta demonstra ser possível, para uma pessoa adulta, crescer dentes “próprios” através de um método mais barato, eficiente e menos agressivo que um implante. 

FONTE: http://noticias.seuhistory.com/


Cogitare!

Reinaldo Corrêa – Professor do E.M de Filosofia.