Estamos
em um mundo onde a felicidade está desacreditada, a maioria das pessoas acham
não ser possível ser feliz. Isso porque, buscam a felicidade em bens materiais
esquecendo-se das pequenas coisas do dia a dia e que podem sim, levar-nos de
encontro à felicidade.
Resgatar
no ser humano a busca constante pela felicidade é uma tarefa árdua, já que a
mídia apresenta o tempo todo um caminho para uma falsa felicidade com carrões,
homens e mulheres com padrões de vida muitos distantes da realidade da maioria
das pessoas. Assim, o ser humano deve buscar a felicidade olhando para a sua
própria vida, sua própria realidade e não para vida do outro, julgando ser este
mais feliz que você ou este sim, é feliz e eu não, querendo pra si a vida do
outro.
Ter
dinheiro, “status social”, não significa ser feliz. Muitos alcançam sucesso
financeiro e profissional e mesmo assim não são felizes. Os bens materiais são
necessários, mas não essenciais para alcançar a felicidade, é só uma entre
tantas outras que se precisa ter para ser feliz, a exemplo: amigos, família,
lazer, trabalho, etc.
Assim,
a felicidade só tem sentido se for compartilhada com a família, amigos, etc.
nada adianta ter tudo e não ter com quem compartilhar momentos difíceis, onde
precisamos de apoio e felizes para regozijar. Por isso, bens materiais, não
irão significar muita coisa pra quem não tem amigos, família, etc.
Portanto,
buscar a felicidade e encontrá-la, não é algo que alcance com facilidade, é
preciso passar por espinhos e muito sacrifício, assim como o personagem Chris
(Will Smith) do filme: A procura da felicidade, que mesmo com muitas
dificuldades teve coragem e buscou constantemente a felicidade. Nossa vida é
feita de momentos felizes e não de uma felicidade perpetua. Assim, ver nas
pequenas coisas a possibilidade de ser feliz e valorizá-las são o que
precisamos para sermos felizes.
Pois,
eu sou feliz! E você, é feliz?
Cogitare!
Reinaldo
Corrêa – Professor de filosofia do EM.
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